Powered By Blogger

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

LEIA E AVALIE...!

BEM INTERESSANTE.
O Presidente da Argentina recebeu esta foto e chamou
de LIXO, 8 dias depois seu filho morreu...
Um homem depois de receber a foto
imediatamente enviou algumas cópias
e teve uma surpresa... Ganhou na loteria!
Alberto Martinez recebeu a foto e deu
a sua secretária para fazer cópias, mas ela esqueceu distribui – las:
Ela perdeu o seu emprego e perdeu a família.
Esta é uma foto milagrosa e sagrada. Envie para o maior número de pessoas que puder,
mas não envie a pessoa que te enviou.
Tu recebeste esta novena.
No momento que tu receberes diz:
Pai nosso que estás nos Céus,
Santificado seja o vosso nome, venha a nós o
vosso reino e seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu.
O pão nosso de cada dia nos daí hoje,
Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos
tem ofendido, não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos de todo mal.
Amém.
Deus quer que eu te diga, tudo irá bem contigo este ano...
Não importa o quanto os teus inimigos tentam fazer mal contra ti,
não terão sucesso nenhum.
Tu estás destinado para teres paz e sucesso este ano...
Para todo 2012, as tuas agonias serão convertidas por vitórias
e prosperidade em abundância. Hoje Deus confirmou o fim do teu sofrimento, infelicidades e dores, porque Deus está sentado no trono e recomendou tirar a tua angústia e dar-te paz.
Ele nunca te deixará cair.
Eu bati a porta do céu esta manhã e Deus perguntou-me:
Minha alma o que devo fazer para ti ?
Pai, por favor, protege e abençoa a pessoa que está lendo esta mensagem.
Envie pra seus amigos, dentro de 48 horas 20 copias (Ou tantas quanto puderes -
Deus sabe se tu não tens 20 pessoas para enviares, Ele sabe o quanto tentas).
Deus te abençoe.



terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O BOM PASTOR

O Bom Pastor
João 10:1-16

1. "Em verdade , em verdade , eu vos digo, aquele que não entra pela porta no redil das ovelhas, mas nele penetra por outra parte, é ladrão e assaltante.
2. Aquele, porém, que entra pela porta é o pastor das ovelhas .
3. Aquele que guarda a porta lhe abre, e as ovelhas escutam a sua voz; as ovelhas que lhe pertencem, ele as chama, cada uma por seu nome, e as leva para fora.
4. Quando ele as fez sair todas, caminha à frente delas e elas o seguem, porque conhecem a sua voz.
5. Elas nunca seguirão um estranho; não só, mas fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos."
6. Jesus lhes disse essa parábola, mas eles não compreenderam o alcance do que ele dizia.
7. Jesus prosseguiu: "Em verdade , em verdade , eu vos digo, eu sou a porta das ovelhas .
8. Todos os que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os escutaram.
9. Eu sou a porta: se alguém entra por mim, será salvo, sairá e voltará e achará com que se alimentar.
10. O ladrão só aparece para roubar, matar e levar à perdição; eu vim para que os homens tenham a vida e a tenham em abundância.
11. "Eu sou o bom pastor: o bom pastor se despoja da própria vida por suas ovelhas.
12. O mercenário, que não é verdadeiramente pastor e a quem as ovelhas não pertencem, ao ver chegar o lobo, abandona as ovelhas e foge; e o lobo se apodera delas e as dispersa.
13. É que ele é mercenário e pouco lhe importam as ovelhas .
14. Eu sou o bom pastor, eu conheço as minhas ovelhas , e as minhas ovelhas me conhecem, 15. como o meu Pai me conhece e eu conheço o meu Pai e eu me despojo da vida pelas ovelhas .
16. Eu tenho outras ovelhas que não são deste redil, e também a estas é preciso que eu conduza; elas ouvirão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.
17. O Pai me ama, porque eu me despojo da vida, para a retomar em seguida.
18Ninguém me tira a vida, mas por mim mesmo eu dela me despojo eu tenho o poder de me despojar da vida e tenho o poder de a retomar: este é o mandamento que eu recebi do meu Pai".

É UM VERDADEIRO EXEMPLO DE FÉ E CORAGEM

(1903-1972) História de fé
Amigos,
Gostaria de compartilhar com vocês uma história real que me comoveu muito. É incrível a fé e a coragem deste homem que sofreu por amor à Cristo
Em 1930 Watchman Nee converteu-se ao Cristianismo com 18 anos em Fu Tchow, na China, seu país de origem.
Inicialmente ele começou a freqüentar a Igreja Metodista, mas descontente com as denominações existentes, criou um Ministério seguindo as Sagradas Escrituras e não os costumes que elas tinham. Sua igreja em Xangai chegou a ter 3000 membros.
Em 1949 foi proclamada República Popular da China e com ela veio às perseguições a Igreja e a expulsão de vários missionários “imperialistas” do país.
Os membros da igreja de Nee não aceitavam a Igreja Cristã Nacional que era controlada pelo governo comunista. Por essa razão muitos fiéis foram presos e mortos. Nesta época ele criou várias igrejas subterrâneas, uma tentativa de escapar do governo.
Nee foi acusado de comandar um sistema anti-revolucionário e por isso foi preso por quatro anos. Passado esse tempo, ele mais alguns membros da igreja foram presos novamente, mas desta vez obrigados a cumprirem uma pena de 15 anos de detenção.
Em 1967 durante a Revolução Cultural os comunistas tentaram fazer um acordo com Nee, ele nunca mais pregaria o Evangelho em troca de sua liberdade. Ele não aceitou e foi transferido para outra prisão.
Escrevendo cartas e livros às escondidas, Nee comandava a Igreja de dentro da prisão até que cortaram suas mãos. Mas isso não o abalou, pois aprendeu sozinho a escrever com os pés e com eles, continuava a escrever para seus membros.
Morreu em 1972 quando estava preso, mas antes da sua morte escreveu um texto, na qual a frase abaixo faz parte:

“Cristo é o Filho de Deus que morreu pela redenção dos pecadores e ressuscitou depois de três dias. Esta é a maior verdade do universo. Eu morro por causa da minha crença em Cristo.”
Nota: Hoje a Igreja fundada por Nee já tem 2.300 filiais. Os livros escritos por ele até hoje são vendidos no mundo inteiro.Fontes: Wikipédia e O Discipulo.

FÁBULA DA CONVIVÊNCIA!

Fábula da convivência

Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais, não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.
Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinho, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.
Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.
É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!

(Autor desconhecido)
Para sermos uma equipe, "precisamos descobrir a alegria de conviver"
(Carlos Drummond de Andrade)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

BONS E MAUS PASTORES

BONS E MAUS PASTORES
Antigamente, havia dois tipos de pastores: os bons e os maus. Os bons, quase sempre eram os donos das ovelhas (rebanho). Dedicavam seu tempo e suas vidas para cuidar bem delas. Pela manhã, levavam-nas ao campo, procuravam para elas as melhores pastagens, água fresquinha e, sombra, onde pudessem descansar. À noite, recolhiam-nas no curral. Protegiam-nas, também, dos lobos e de outros animais ferozes. E os maus pastores? Quase todos eram empregados. Por isso, a preocupação deles era com o dinheiro que iam receber do patrão. Interessavam-se muito pouco pelas ovelhas. Um exemplo é a atitude deles diante do inimigo (lobo). Fugiam para salvar suas vidas do perigo, deixando que as ovelhas fossem atacadas, feridas e até devoradas. Além dos animais selvagens, muitos ladrões e assaltantes perseguiam as ovelhas. Nem com eles os maus pastores se importavam.O que fez Jesus diante disso? Ele se preocupou, porque sabia que o que acontecia às ovelhas, acontecia também com as pessoas. Por isso, Jesus sentiu que precisava falar ao povo e esclarecê-lo. Foi então que ele contou a parábola do bom pastor, para mostrar ao povo do seu tempo, e também a nós hoje, como devemos estar atentos para reconhecer os dois tipos de pastores. E não é só isso. Jesus ensina ainda como devemos reagir diante deles. E agora, acompanhemos as palavras de Jesus. Você as encontra também no Evangelho de São João, capítulo 10, versículos de 11 a 15. Nesta história, Jesus compara as ovelhas ao povo e se apresenta como o bom pastor. Dá muitas explicações interessantes sobre as atitudes do verdadeiro e do falso pastor."Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas. O mercenário (empregado), que não é pastor, quando vê o lobo chegar, abandona as ovelhas e sai correndo. Então o lobo ataca e espalha as ovelhas. O empregado foge porque trabalha só por dinheiro e não se importa com as ovelhas. Eu sou o bom pastor: conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem, assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai. Eu dou a vida pelas ovelhas."Então, o que você achou de importante nessa parábola? Deu para notar a diferença na atitude e no modo de agir do bom e do falso pastor?Você reparou que Jesus chama a atenção de todos para uma atitude particular do verdadeiro pastor? Ele conhece suas ovelhas, e elas também o conhecem. Por isso mesmo, Jesus nos convida a segui-lo. Reconhecendo-o como o bom pastor, cada um de nós irá descobrir melhor o que significa o amor de Jesus e como ele se preocupa, de verdade, com o nosso bem. Prova disso, foi a sua vida, que ele entregou por todos nós. Especialmente na Páscoa, nós celebramos e lembramos a grandeza desse gesto de Jesus. Sua ressurreição conquistou-nos a vida em plenitude. Ou seja. esta vida, que começa aqui e que cada um de nós recebeu, vem de Deus e nunca acabará. Sem dúvida, isso é algo maravilhoso, que faz a gente crescer e ser feliz.Diante disso, você não acha que vale a pena voltarmos ao convite de Jesus? Afinal, quem é que não gostaria de cultivar dentro de si esta vida sem fim? E você sabe como essa vida cresce? Ela cresce a partir de nossas atitudes e gestos de amor, de partilha, de fraternidade, de perdão etc. E nisso, Jesus nos deu exemplo e nos diz: "Sigam por mím. Eu sou o caminho, a verdade e ávida"

EM PRÁTICA, A FÉ...!

MANCHINHA, A OVELHINHA.
Figura 1
Em uma pequena fazenda do nordeste brasileiro, um caso real e inusitado, marcou para sempre a história de vida de uma ovelha e de seu pastor.Sapucaia, como é conhecida, é uma das muitas fazendas que existem à margem de uma longa e movimentada rodovia que liga o Estado do maranhão ao Estado do Pará.Em uma majestosa manhã do inverno, Sapucaia foi agraciada com o nascimento de Manchinha, uma pequena ovelha branca que tinha uma mancha marrom no centro da testa. A bela Manchinha era tão diferente que seu pastor, conhecido como Zé da bisnaga, decidiu por no seu pescoço um pequeno sino amarrado em um laço vermelho.
Figura 2
Nos primeiros dias de vida parecia ir muito bem com Manchinha até que o seu dono e pastor percebeu que sua querida ovelha tinha algum problema, pois não estava apresentando a mesma condição física das outras ovelhas do rebanho que nasceram na mesma época. O tempo passou, Zé da Bisnaga percebia que Manchinha perdia peso assustadoramente, ficando tão magra que já era possível notar as marcas de seus ossos da costela.Diante daquele triste e terrível quadro, Zé da bisnaga pensou em levar Manchinha para ser examinada por um veterinário que atendia as fazendas da região. Depois de muito pensar, resolveu mudar de idéia e decidiu continuar medicando a sua ovelha com os medicamentos que dispunha em casa. Esperou por mais alguns dias, observando atentamente se os remédios que dera para sua amada iriam gerar melhora na saúde de manchinhaPassados cinco dias após a ingestão dos medicamentos, Manchinha não apresentou nenhuma melhora, pelo contrário, seu estado se agravou mais ainda de maneira que sua fraqueza era tão progressiva que já não podia se manter de pé. A situação era crítica, Manchinha estava morrendo lenta e silenciosamente. Apesar de toda aquela terrível situação e, percebendo que sua ovelhinha já não tinha força para resistir às próximas 48 horas, Zé da bisnaga não entrou em desespero.
Figura 3
O drama de Manchinha comovia a todos na pequena Sapucaia. Ali, o olhar de todos estava sobre Zé da Bisnaga, o pastor. Naquela noite, depois de esperar todos se recolherem aos seus quartos para dormir, Zé da bisnaga se retirou da presença de todos e caminhou lentamente para a estalagem onde manchinha travava sua luta pela vida.Sozinho e sentindo uma profunda dor, Zé da Bisnaga se agachou ao lado de sua querida ovelha. Levou horas olhando e passando a mão em Manchinha, chorava baixinho e derramava lágrimas sobre sua cabeça. Em dado momento tomou Manchinha em seus braços e, pondo-se de pé orou: Oh, Deus, não posso perder Manchinha. Seu problema é desconhecido para mim, estou aflito e angustiado. Socorre-nos, estamos no Vale da Sombra da Morte. Tem misericórdia, mostre-me qual é a doença de manchinha e me orienta no que fazer.Na manhã seguinte, manchinha já não abria mais os olhos, apenas respirava lentamente. Zé da Bisnaga pegou Manchinha e pôs em seu colo, cautelosamente abriu-lhe a sua boca, examinou tudo cuidadosamente até que encontrou a raiz de todo mal. A língua de sua pequena ovelha não era livre, por motivos desconhecidos estava presa na sua parte inferior. Era como se tivesse fortemente colada por alguma coisa esquisita.
Figura 4
Examinando com mais profundidade descobriu o que prendia a língua da ovelha. Compreendeu que aquela condição impedia Manchinha de se alimentar, a solução seria uma pequena cirurgia para salvar a vida da amada de seu pastor. Imediatamente Zé da Bisnaga tratou de ali mesmo tomar uma faca e cortar uma fina membrana que prendia a língua de sua ovelha. Manchinha gemeu muito durante o momento em que seu pastor cortava a membrana que tanto mal lhe causava.O ferimento foi logo protegido por medicamentos adequados. Zé da bisnaga chamou seus trabalhadores para que fossem até o armazém buscar leite, bálsamo, vinho e um agasalho especial. Era preciso alimentar Manchinha cuidadosamente, pois seu estado ainda exigia cuidados especiais.
Figura 5
Uma semana depois era possível observar que manchinha se recuperava espantosamente. O resultado mostrava que a cirurgia tinha sido um sucesso. Sessenta dias depois a bela ovelha era outra; dava cambalhotas e expressava uma saúde forte e exuberante. Foi uma atitude sábia e corajosa de Zé bisnaga que, depois de ter consultado a Deus sobre a sua ovelha a salvou da morte. Um simples e pequeno detalhe era o nó que sufocava a vida de manchinha.
Figura 6
Um ano depois destas coisas, deitado em sua rede, vendo as estrelas no céu e ouvindo o barulho dos animais, Zé da Bisnaga refletia sobre aquela experiência que vivera no vale da Sombra da Morte, as horas escuras e difíceis nos dias de angustia de sua ovelha e de seu coração. Nesse momento levantou-se de sua rede, dobrou os joelhos no chão e orou outra vez: Obrigado pelas respostas as minhas orações! Obrigado porque o Senhor está comigo no vale da sombra e da morte! Meu amado Pastor!

É ASSIM O MUNDO DE HOJE...!

UMA HORA DE AMOR.
Um menino, com voz tímida e olhos admirados, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
— Papai, quanto o senhor ganha por hora?
— Escuta aqui, meu filho, isso nem sua mãe sabe. Não me amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
— Mas, pai, por favor, diga-me quanto ganha por hora!
A reação do pai foi menos severa e respondeu-lhe:
— Três reais por hora.
— Então, meu pai, poderia emprestar-me um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, retrucou-lhe:
— Então essa era a razão de querer saber quanto ganho? Vá dormir e não me perturbe mais, menino aproveitador!
Já era noite, quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência machucada, foi até o quarto do filho e, em voz baixa, perguntou-lhe:
— Filho, está dormindo?
— Não, papai, respondeu-lhe, sonolento, o garoto.
— Olha, aqui está o dinheiro que me pediu, um real.
— Muito obrigado, pai, disse-lhe o filho, cheio de felicidade, levantando-se e retirando mais dois reais da caixinha que estava sob a cama.
— Agora já completei, meu pai. Tenho três reais. Poderia vender-me uma hora do seu tempo?